Arquivos para novembro, 2011

 

A Selva Kailash venceu ontem dia 27 de novembro, em Ilhéus, na Bahia, a 8ª Edição da Carrasco, a  “Cravo e Canela”,  uma competição da qual participaram cerca de 40 equipes brasileiraas entre quartetos e duplas, nas seguintes modalidades: corrida costeira, mountain bike, canoagem, travessia a nado (água salgada e doce), trekking, técnicas verticais e navegação.

A equipe formada por Marcelo Sinoca, Mariza Helena, João Bellini e Fábio Carcaça Monteiro,  cumpriu o percurso em 25 horas, com uma hora de vantagem sobre a equipe vice-campeã, a Oskaba. O resultado garante à Selva Kailash, ao menos o segundo lugar no RBCA – Ranking Brasileiro de Corrida de Aventura, ainda não atualizado.

“Fechamos com chave de ouro o nosso ano que teve momentos muito emocionantes”, afirma Geraldo Isoldi, diretor da Selva Aventura, assessoria esportiva que coordena a Selva Kailash, e presta serviços esportivos para atletas e pessoas em geral que apreciam desafios e querem melhorar a sua performance física. A Selva Kailash é liderada normalmente pelo outro sócio da assessoria, Caco Fonseca.

A Carrasco  é uma das provas mais importantes no cenário nacional, devido ao seu tamanho, premiação e número de equipes TOP 10 que participam. A prova distribuiu R$ 13 mil entre os quatro primeiros colocados.

Tikun Comunicação

Inês Martins - ines@tikuncomunicacao.com.br

Telefones: (11) 8331 8269

 

 

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As atletas Marleide e Nelma ficaram em quarto lugar e foram notícia em todo o Brasil

Única dupla feminina convocada pra o Ciclismo Paraolímpico, durante o Parapan de Guadalajara, as atletas Marleide da Silva e Nelma Raizerficaram em quarto lugar  na categoria Tandem. Elas contaram com o apoio da assessoria esportiva Selva Aventura para conseguir o equipamento adequado, suplementos e roupas.

“Foi indescritível essa nossa participação. Foi uma das provas mais importantes de toda a minha vida”, afirma Nelma Raizer, 52 anos, tricampeã brasileira de triathlon, ao lado de Marleide da Silva, 41, que ficou cega em 2005, por conta de uma retinose pigmentar (doença degenerativa ainda sem cura). Nelma, que é a piloto da dupla, diz que a sua maior felicidade “foi realizar o sonho de Marleide, que era participar de um Pan”.

“Foi tudo maravilhoso. Fomos super bem recepcionadas e a torcida brasileira lá foi muito carinhosa e vibrou muito conosco”, diz Marleide, esperançosa com a possível participação da dupla também nas Paraolimpíadas de 2012, em Londres, a partir da participação na Parapan, fato esse que deverá ser confirmado muito em breve.

A prova em Guadalajara consistiu em quatro momentos de corrida, em dois velódromos, sendo cada um com 250 m. A primeira é de velocidade, em 500 metros.  A segunda com 4 mil metros foi de perseguição; a terceira,de 20 km, também de velocidade, enquanto a quarta é de resistência, a mais longa, com 80 km. Nelma conta que em algumas elas competiram com homens e que a experiência foi pra lá de gratificante. “Conseguimos estar no maior evento da América Latina”, diz humilde.

Na mídia

A dupla brasileira foi notícia em sites, jornais e TVs de todo o Brasil, devido à ajuda essencial que recebeu da Selva Aventura — ajuda que foi definitiva para garantir a sua ida ao Parapan. “Ficamos muito felizes por poder ajudar duas atletas desse nível”, diz o diretor da Selva Aventura, Geraldo Isoldi.

A bicicleta utilizada no ciclismo paraolímpico é um tipo especial para portadores de deficiência. É uma bike dupla com dois assentos; a deficiente visual fica atrás e a guia na frente, embora as duas pedalem. Era esse o equipamento que faltava, além de suplementos e roupas que tambémforam patrocinados pela Selva Aventura.

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Amanhã vai rolar na cidade de Piedade-SP mais uma edição da prova MTB 12 horas. O objetivo da prova é completar o maior número de voltas dentro do prazo de 12 horas podendo ser feita solo, em duplas ou quartetos.

A Selva Aventura deseja uma boa prova aos alunos Rafael Niro e Antônio Calmon, o Toninho, que competirão com a dupla Brazil Recycling e para a aluna Beatriz Granziera, a Bia, que integrará o quarteto misto Flower People.

Estaremos aqui na torcida!

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Dupla Apoena Selva já se encontra no local da prova – chove MUITO em Ilhéus

O quarteto Selva Kailash embarca as 12:30 hrs em Viracopos no vôo para Ilhéus onde disputarão o Carrasco Cravo e Canela, 150 km, que larga amanhã (26) pela manhã.

Hoje de manhã os atletas João Belini, Marcelo Sinoca, Fábio Carcaça e o apoio Caco Fonseca pegaram o onibus para Campinas onde se encontraram com a mulher da equipe, a mineira Mariza Helena e no momento aguardam o vôo para Ilhéus.

A dupla Apoena Selva composta pelos alunos Fábio Tavares e Marco Antônio chegou em Ilhéus ontem e poucos minutos atrás Marcão, por telefone, disse que chove MUITO (reparem, MUITO) em Ilhéus desde ontem e que o aeroporto se encontra fechado.

No aeroporto de Viracopos a equipe informa que, segundo a cia aérea, está tudo normal e que o vôo deve cumprir o horário. Nos resta torcer e aguardar!

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A 3 anos me inscrevo para essa maratona, como não fui sorteado em nenhuma ocasião, na 4ª tentativa você está automaticamente inscrito. O show de organização já começa ai…

Fui para NY sem muitas expectativas, meu principal objetivo era terminar a prova bem fisicamente, pq uma semana depois estava inscrito no Chauás 300k e tenho dado prioridade aos treinos de aventura em detrimento a corrida, na prática, você ganha resistência e perde velocidade.

O Professor Caco me passava as planilhas semanalmente, sempre dando ênfase a corrida, principalmente nos 2 últimos meses, mas mesmo assim não consegui fazer os 2 treinos de 32k que julgo o mínimo  de preparação para uma maratona… só consegui 1 treino de 28k, por outro lado eu estava pedalando bastante e remando também, ou seja, estava em forma, condicionado.

Na semana da prova estava frio, porém no decorrer dos dias a temperatura ia aumentando e o vento diminuindo, no dia da prova, 6 de Novembro de 2011, a previsão era boa, temperatura amena (9º C) e dia ensolarado.

A maratona começa as 4h da manhã, com o deslocamento até a largada, metro de Manhatan até downtown , estação do Ferry (balsa que vai para Staten Island), depois o Ferry, e mais um ônibus até o campus da largada, onde chegamos aproximadamente as 8h.

A medida que íamos nos aproximando a multidão ia aumentando, também pudera 47.000 inscritos, mas tudo sem tumulto, muito organizado.

Quando finalmente chego ao meu curral da largada, a organização distribuía água, Gatorade, café e chá quentes e bagel (o pãozinho americano), show! Me alimentei mais um pouco e as 9h já estava caminhando para a largada.

O prefeito Bloomberg faz um breve discurso e as 9:40 largamos… para a minha surpresa, apesar de muita gente, em minutos já estava cruzando o tapete de largada e ligando meu cronometro.

Meu planejamento era conservador, 5:00 min/km, o dia estava lindo eu estava me sentindo bem, o pessoal a minha volta correndo no mesmo ritmo, corrigindo, mais rápido que isso, estavam com a pace a 4:30, ai pensei, quer saber de 1 coisa, vou mais rápido, no final eu administro…

Comecei a acelerar, não estava ofegante, aproveitei e curti a onda…5k, 10k, 21,1k, metade, passei a 1:37h, legal, agora é controlar… cabeça no lugar e vamos lá…

Uma das coisas mais fantásticas dessa maratona é a empolgação do público te aplaudindo e motivando por todo o trajeto, palavras de incentivo, gritam seu nome (dica, vai com o nome escrito na camisa), muito bacana! Isso nos dá um animo extra.

No km 25, já em Manhatan novamente, encontrei (outra dica, se deseja encontrar alguém durante a prova, vá antes ao local e combinem com antecedência) minha esposa Tatiana, companheira e fã número 1, me esperando com o R4 e uma batata, mais combustível para aguentar a parada.

Depois do km 30 já comecei a sentir dores nas pernas, mas quem não estava sentido a aquela altura da prova? Outra ponte (tem 5 no total). Entramos Bronx, e em pouco tempo já estávamos atravessando a última ponte para Manhatan.

Quando você está passeando você não nota que do extremo norte da Ilha para o sul é uma leve subida, só que durante aquele momento parece enorme… finalmente entramos no Central Park, quase chegando, estava cansado e com a perna mais dolorida ainda, porém com a cabeça boa e pensamento positivo.

Km 40, encontro a Tati novamente, beijo, declaração de amor, nova batata (esta não estava no script) e me encaminho para a chegada, feliz e radiante, e ao cruzar a linha de chegada realizado por mais um objetivo cumprido com sucesso.

Quando finalmente parei meu cronometro após a linha de chegada, nem acreditava no meu tempo, incríveis 3:22:59, muito melhor do que eu imaginava, o treino mágico do professor Caco e a dedicação nos treinos de aventura fizeram a diferença.

Prova maravilhosa, organizada e com muita torcida e animação, a altimetria incomoda um pouco no final, mas é disso que a gente gosta. “Quanto Pior, Melhor!”

Ricardo / Enigma SELVA

 

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Prova de 150 km pode garantir o primeiro lugar no ranking

Se vencer a 8ª Edição da Carrasco D’ventura, a  “Cravo e Canela”, que acontece entre os dias 25 e 27 de novembro, em Ilhéus, na Bahia, a Selva Kailash pode fechar o ano em primeiro lugar no RBCA – Ranking Brasileiro de Corrida de Aventura. A equipe, que se encontra em terceiro lugar no momento, participa de uma das competições que mais pontua no cenário nacional.

Segundo os seus organizadores, a prova é importante, devido ao seu tamanho, premiação e número de equipes TOP 10 que participam.  São 150 km nas seguintes modalidades: corrida costeira, mountain bike, canoagem, travessia a nado (água salgada e doce), trekking, técnicas verticais e navegação. Os prêmios até o quarto lugar totalizam R$ 13 mil e pelo menos cinco das principais equipes brasileiras estarão presentes.

“Vamos dar o nosso melhor”, afirma Geraldo Isoldi, diretor da Selva Aventura, informando que a equipe será constituída de Marcelo Sinoca, Mariza Helena, João Belini e Fábio Carcaça Monteiro.

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16nov

Chauás 300


Pois é pessoal, mantendo a tradição o Chauás se mostrou uma prova casca grossa e de navegação bem complicada! Infelizmente nenhuma das equipes Selva conseguiu concluir a prova.
As equipes Enigma, Kawabanga e a experiente Guaranis tiveram que abortar a missão por problemas de navegação que afetaram a maioria das equipes e tomaram a decisão visando a boa segurança da equipe já que além do cansaço os suprimentos de alimentação estavam escaços.
A equipe Senta a Pua dos alunos Márcio Razera e José Leça parou no PC7 pois já começaram a prova já bem cansados por problemas no automóvel na viagem de ida o que desgastou demais os atletas.
Enfim é pessoal, é corrida de aventura, é Chauás… o ano que vem tem mais. Parabéns a todos vocês e também a todos os outros que chegaram ao fim deste desafio!

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Pessoal, como alguns de vocês notaram durante a semana passada sairam em diversos sites matérias relacionadas ao apoio da Selva as atletas Marleide e Neuma.

O problema é que na maioria delas houve uma pequena distorção originada não sei aonde em que a Selva saiu como patrocinadora total das atletas bancando não só o valor integral da bike necessária para a competição como também as passagens para o México e não foi bem assim – o release que foi mandado para a imprensa é o mesmo que consta em nosso site, e não cita nada disso.

Gostaria de esclarecer aqui que muitas outras pessoas, inclusive anônimas contribuíram para a presença delas na competição e que as passagens foram inteiramente bancadas pelo comitê paraolimpico.

Para deixar as coisas o mais transparentes possíveis vai a seguir uma lista dos itens com que a Selva contribuiu para a ida das atletas: R$ 5.000 em dinheiro, 1 pote de Whey Protein Probiotica, 1 pote de BCAA Probiotica, 1 pote creatina Probiotica, 2 caixinhas de gel de carboidratos Probiótica, 6 bermudas de ciclismo novas da marca Kailash e 6 camisetas de bike com a marca Selva entre outros produtos com a mesma marca.

Esperamos assim ter esclarecido qualquer tipo de mal entendido. Pedimos mais uma vez nossas sinceras desculpas para aqueles que se sentiram prejudicados.

Geraldo José. G. Isoldi

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Hoje 4 equipes Selva Aventura se preparam e partem para um grande desafio o Chauás 300, a prova terá largada amanhã (12) em Bertioga e deve desbravar 300 km de trilhas e rios ao longo do litoral Norte de SP. Parece que a prova além de contar com os perrengues tradicionais pensados pelos diabólicos organizadores Lucas Gerônimo e Fran Perez também contará com uma dose extra negociada com São Pedro exclusivamente para o evento, a previsão do tempo conta com chuvas para todos os dias da prova mas afinal de contas é Chauás né…. “Vem quem quer, termina quem pode!”.

No grupo das 4 equipe Selva presentes na competição a parada deve ser dura principalmente na categoria quartetos mistos onde os favoritos são a equipe Guaranis Selva (24˚ lugar no RBCA) busca subir algumas posições no ranking em uma prova que faz totalmente o seu estilo onde se sentem em casa e a equipe Enigma Selva (12˚ lugar no ranking) que embora mais nova, vai usar de toda a competência de seus integrantes para fechar 2011 entre os Top 10 do RBCA – antiga mas reativada a poucos meses a tradicional e forte equipe Senta a Pua Selva também estará lá para garantir seu lugar entre os melhores!

Na categoria dupla masculina a irreverente equipe Kawabanga Selva (14˚ lugar no RBCA) tem como objetivo deixar seus arquiinimigos Enigma Selva no chinelo para simplesmente ter o prazer de dar o seu grito de guerra: “CHUPA ENIGMA” tendo como objetivo secundário fechar 2011 entre os Top 10 do RBCA dupla masculina.

Diferentes equipes, diferentes objetivos mas todas com os mesmos valores SELVAAAA!! Desejamos de coração uma boa prova a todos!

 

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Acabou!! Pois é pessoal parabéns aos nossos bravos guerreiros tupiniquins na terra dos cangurus! Segue abaixo um breve relato do Caco que recebemos no mesmo dia em que cruzaram a linha de chegada:

“FAla Ge, bz?  missao cumprida ….e provinha dura 10 x pior que o desafio dos vulcoes de 2007…todos chegaram com alguma lesao, machucados, etc……. um resumao da prova se vc quiser publicar.  A prova foi um inferno gelado, molhado….teve nevasca com ventos acima de 80 km/h, frio intenso, calor em uma parte da prova que percorreu algumas dunas, pantanos, muito vara mato, uma real navegacao, singles tracks maravilhosos, rio com corredeira lindo, canguru pulando para todo lado… mas o pior de tudo, os malditos sangues-sugas.. bicho de demonio..ele tomou uns 2 litros de sangue meu na prova, ele tem um anti-coagulante na saliva que depois que ele te sugou continua sanguando no local. ….. Aqui cabe aquela minha frase militar…” QUando vc acha que esta ruim, sempre pode piorar” Tivemos um grande problemas na prova quebrou o freerab do cacete da bike (para que nao sabe o pedal gira em falso e e o tipo de problema na bike que nao levamos peca para arrumar..por que nunca quebra!!!!!!!) era o comeco de uma perna de bike de 150 km olhei no mapa a cidade mais proxima 100km era comeco da noite, zero graus, frio e muito desnivel (ja estava ruim dai piorou comecou a chover forte) a equipe pensou que nao haveria mais o que fazer, dai entra o virus SELVA…vamos empurrar a Barbara ate essa cidade e tentar arrumar para continuar. Chegamos na cidade com uma media de 9 km/h (fazem as conta quantas horas fizemos muita forca) e logico nao tinha nenhuma bicicletaria, comecamos a perguntar quem tinha alguma bike para emprestar…dai apareceu um senhor muito simpatico e prestativo para nos ajudar ele tinha algumas velhas em um deposito…pegamos a melhor roda que ele tinha com cacete de 5velocidades toda enferrujada e conseguimos ajustar na bike, mas a Barbara teve que pedalar sem freio traseiro o restante da prova. Isso tirou a equipe de tentar a disputa entre as 10 primeiras, mas fomos ate o fim ….e acordamos hoje muitos felizes com aquela sensacao de missao cumprida do maior desafio de nossas vidas em uma corrida de aventura.
Agradecer todos pelas mensagem….Selvaaaaaaaaa  
Ge vou te mandar algumas fotos para colocar no site…..
como andai das coisas ai, tudo certo?
grande abraco

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